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Em meu próprio mundo

Me julgam em meu próprio mundo,
mesmo sem saber como ele é.

E esse é o problema!

Julgam sem me conhecer,
Mas não me importo ou finjo que não.
Me adoram, mas apontam o dedo,
Me admiram, mas não fariam.
Falam de mim, mas não se importam.

Eu bebo, canto e danço na chuva,
Eu sinto, eu quero, eu posso e eu consigo.
Já me disseram que era impossível,
Quase acreditei,
Mas sabe aquele, Talvez?!

Sonhei vivendo,
Chorei no chuveiro,
Sorri morrendo e
Me peguei escrevendo.

Julgam em meu próprio mundo,
Mesmo sem saber como ele é.

Se consigo, foi fácil
Se viajo, sou rica
Se bebo e caio, sou largada,
Mas no fim de tudo,
Me ligam na madrugada.

Te ouço, te abraço, te beijo e logo faço.
Não planejo o planejado
Aconteceu o inesperado
Nesse mundo tenho meu espaço.

Não sou melhor nem pior,
Não prego o justo nem os custos,
Pequeno ele seria,
Um ou outro caberiam 
Me julgam em meu mundo,
Seriam eles os injustos?

Francielle Cordeiro 

7 comentários em “Em meu próprio mundo”

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